5 Falhas na Gestão Financeira Pessoal

Se tudo fosse fácil nessa vida, provavelmente o mundo teria mais igualdade. Ou, pelo menos, a desigualdade não seria tão grande.

Qualquer pessoa conseguiria guardar parte de sua renda, e assim, todos nós contaríamos com uma excelente aposentadoria. Mas a vida não é assim…

Infelizmente as coisas são um tanto quanto difíceis, e precisam ser compreendidas para então, serem corrigidas!

E o que tudo isso tem a ver com as finanças pessoais? Tudo e mais um pouco! Vamos analisar quais são os principais equívocos que cometemos com nossas finanças pessoais!

1) Não poupar!

Em minha opinião, algo que todos nós deveríamos fazer, mas muitos não fazem! Poupar! Deixar de poupar deveria ser um crime! Não, nem tanto também.

Mas ao não poupar parte de sua renda, a pessoa está correndo um risco enorme! Se os seus gastos já consomem toda a sua renda, imagina se os seus gastos aumentarem 1%!

Você simplesmente não terá rendimentos suficientes para cobrir esse aumento, e assim, vai entrar no cheque especial, ou quem sabe no juro do cartão de crédito!

2) Cheque especial!

Infelizmente não há mais jeito, a única solução que a pessoa tem, é captar recursos através do banco.

Existem contas que precisam ser quitadas, porém não existe mais dinheiro disponível. Ok, essa não é a situação ideal, mas ao identificar que tal situação pode ocorrer, a pessoa deve analisar rapidamente as alternativas.

Geralmente, o cliente acaba caindo no cheque especial, e lá fica até quitar a dívida, mas será que isso é a melhor solução? Não!

O cliente deve procurar por outras opções de crédito, dentre elas temos o empréstimo consignado, que pode oferecer taxas de juro bem inferiores à média do mercado!

3) Padrão de vida incompatível

Tenho uma renda de R$ 3.000,00 ao mês, que ótimo! Mas o meu padrão de vida, exige um gasto de R$ 4.000,00 ao mês.

Será que isso vai dar certo? Claro que não! Na verdade, aqui, o negócio pode dar muito errado!

O certo seria reduzir esses gastos para algo próximo dos R$ 2.500,00! Assim a pessoa ainda conta com uma reserva mensal de R$ 500,00. Caso uma emergência ocorra, a pessoa terá recursos para conseguir lidar com o aumento de gastos.

4) Falta de planejamento

A falta de planejamento é um dos principais motivos para haver tantas pessoas quebradas, ou com pouco dinheiro na conta.

Às vezes o poupar não se resume em “fechar a mão”. Mas sim é o resultado do gasto inteligente.

Por exemplo, se uma torneira está com problemas em sua residência. Essa torneira apresenta um vazamento.

Esse vazamento pode acabar provocando uma alta na sua conta de água, e posteriormente, a águia pode acabar provocando o desgaste de outras peças e móveis em sua residência.

Ou seja, se você acha que está economizando, deixando de arrumar a torneira, na verdade você está arrumando uma despesa maior para o futuro.

5) Gastos com futilidades

Para começar a juntar dinheiro, poupando parte da renda, é provável que a pessoa tenha que cortar alguns gastos.

Os primeiros gastos a serem cortados devem ser vinculados às futilidades. Um exemplo de futilidade; vamos supor que a pessoa já conte com 5 pares de tênis, mas mesmo assim, quer comprar mais um, será que realmente é necessário adquirir mais um tênis?

É para se pensar.

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